A interrelação entre a floresta, a samambaia e a gravação num moderno aparelho de mp3, esta totalmente fora da logica direta de um intelectual, que pense esclusivamente em fabricar e vender produtos, e não se preoupr com a quantidade de materia prima ultlizada, para por exemplo fabricar os antigos discos long play (LP), do sistema de aparelhagem de som anterior a invenção do aparelho de compact disc (CD).
No novo sistema de mp3, que foi inventado, após o fim do segundo milenio, em aproximadamente 2004, quando iniciou-se as pesquisas e o desenvolvimento de alternativas tecnologicas para o uso de tecnologia, de materia prima sem eliminar totalmente as materias primas para sua fabricação em grande quantidade. O petroleo usado para fabricar um Long Play (LP), não é identico a materia prima ultilizada para um mp3, sendo que em um LP, temos de 20 a 30 musicas, gravadas, e em um mp3, com baixa capacidade de armazenamento podemos arquivar, de 500 a 600 musicas em cada mp3.
A relação de economia de materia prima e o armazenamento de grande quantidade de musicas, faz com que o preço final do produto seja menor, do que os 50 CD necessários para arquivar, a mesma quantidade de musicas.
Nas florestas encontramos arvores e arbustos de todos os tamanhos que devem ser preservados apra podermos continuar, retirando petroleo do subsolo e fabricando entre outros aparelhos o mp3.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Relevo: Falesias
Costões de rochas ao longo das praias, muito comum na região nordeste, do Brasil, cujo avanço do oceano tem aumentado a cada ano em alguns trechos.
Terreno arenoso, quase sem vegetação, de areia de diversas cores, em que terminam em um precipicio, direto na praia.
As ondas da praia, em algumas regiões, do nordeste tem derrubado algumas casas, ao longo da praia, invadida pela aproximação da mare, entrando na região onde antes existia as cidades, e as demolindo pela ação da mare.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Tecnica X Tecnologia
O uso da tecnica artezanal, desenvolvida atrae do aprendizado por oficio ao longo da evolução da tecnica nas diversas profissões existentes antes da revolução indiustral.
São basicamente artezanais e individuais, como o marceneiro ( moveis ), o carpinteiro ( construção ), o agricultor ( plantação ), o ferreiro ( peças metais ), o charreteiro ( transporte a cavalo ), o tecelão ( fabricação de fios e fazendas ).
Em seu inicio todas estas profissões eram transmitidas de geração em geração atraveés do sistestemas de mestre e aprendiz, como teve origem as filosofias nas diversas culturas do planeta, a arte principalemente foi que desenvolveu um conjunto de simbolos logicos representativos que hoje entendemos como letras do alfabeto, inicialmemte, com as primeira linhas escritas sobre os acontecimentos da epoca, em escritos tragicos ou comicos mdificados comformo a pessoa que escrevia, filosofo, historiador, artista, que escrevia a muitos seculos onde poucos aprendiam o oficio, não remunerado, de ler e escrever.
São basicamente artezanais e individuais, como o marceneiro ( moveis ), o carpinteiro ( construção ), o agricultor ( plantação ), o ferreiro ( peças metais ), o charreteiro ( transporte a cavalo ), o tecelão ( fabricação de fios e fazendas ).
Em seu inicio todas estas profissões eram transmitidas de geração em geração atraveés do sistestemas de mestre e aprendiz, como teve origem as filosofias nas diversas culturas do planeta, a arte principalemente foi que desenvolveu um conjunto de simbolos logicos representativos que hoje entendemos como letras do alfabeto, inicialmemte, com as primeira linhas escritas sobre os acontecimentos da epoca, em escritos tragicos ou comicos mdificados comformo a pessoa que escrevia, filosofo, historiador, artista, que escrevia a muitos seculos onde poucos aprendiam o oficio, não remunerado, de ler e escrever.
domingo, 16 de maio de 2010
Recursos Naturais: Carvão Mineral
O carvão mineral ultilizado nos: trens, teares industriais e navios a vapor logo depois da revolução industrial, em 1776, as antigas minas de carvão mineral encontradas no Brasil na epoca da Locomotiva a Vapor não existe mais ?
Histórico do carvão no Brasil
No Brasil, a história do carvão se inicia há cerca de 210 milhões de anos, na época em que a crosta da terra ainda estava convulsionada por terremotos, vulcões, furacões, vendavais e maremotos. Estes fenômenos provocaram lentos ou violentos cisalhamentos e fizeram as montanhas e os limites costeiros separarem-se da África pelo Oceano Atlântico.
Naquelas épocas geológicas, árvores gigantes e toda sorte de vegetação crescia, formando grandes e espessas florestas, favorecidas pela atmosfera muito rica em CO2, permitindo a intensificação da função clorofiliana e o crescimento dos vegetais em um clima particularmente quente e úmido.
O carvão é então a parte celulósica da vegetação, transformada pelo tempo, pressão, bactérias e outros agentes anaeróbicos, em uma massa carbonosa.
Sucessivas formações de florestas e afundamentos podem ter ocorrido ao longo de milhares de anos em uma mesma região, e então, camadas e camadas de carvões diferentes serão encontradas.
A matéria vegetal flutuante pode ainda ter sido transportada pelos rios e acumulada no fundo dos lagos ou pântanos mais ou menos isolados, e, assim, bactérias carboníferas limitadas serão encontradas separadas umas das outras, a profundidades diferentes.
A ocorrência do carvão no Brasil encontra-se principalmente nos estados do Rio Grande do Sul (28 bilhões de toneladas), Santa Catarina (3,3 bilhões de toneladas) e Paraná (104 milhões de toneladas).
História do Carvão no Rio Grande do Sul
O carvão sul-rio-grandense foi descoberto em 1795 pelo soldado português Vicente Wenceslau Gomes de Carvalho, conhecedor do carvão de pedra por ser ferreiro de profissão, na localidade de Curral Alto, na Estância do Leão. Em 1826, escravos de Fuão de Freitas descobrem carvão na região no Arroio dos Ratos, município de São Jerônimo, no Baixo Jacuí.
O empenho do presidente provincial Sr. Luiz Vieira Sinimbu, na busca de atrair indústrias para a Província, encarrega o inglês do País de Gales James Johnson, conhecedor do carvão de Cardiff, a realizar novas explorações. Em 1853, Johnson realiza sondagens e redescobre carvão à margem esquerda do Arroio dos Ratos, e juntamente com 10 mineiros naturais do País de Gales, abre a mina através de poço escavado e passa a produzir carvão em 1855. Johnson busca na Inglaterra recursos financeiros e cria a mineradora “Imperial Brazilian Colleries” e constrói estrada de ferro da mina dos Ratos até a vila de São Jerônimo (20 km), às margens do rio Jacuí. O carvão era transportado em vagonetas puxadas a burro (Barros Filho, Arlindo – Pioneiros das Minas de Carvão RS – Revista Carvão de Pedra, março 1970 e citação em Bunse, Heinrich A.W., 1984) e embarcado para Porto Alegre. Em 1875 Johnson passa a empresa para William Tweede, mas em 1880 a “Brazilian Colleries” vai à falência. Em 1882 foi substituída pela “Cia. Minas de Carvão do Arroio dos Ratos”; em 1887 a empresa abriu novo poço denominado Poço Dona Isabel, em homenagem à princesa imperial, que acompanha o imperador D. Pedro em visita às minas de carvão. Esta companhia operou até 1908.
O consumo de carvão nacional aumenta consideravelmente por ocasião da 1a. Guerra Mundial, especialmente pela Viação Férrea (também abastecida pelo carvão do baixo Jacuí e Candiota-Hulha Negra). No pós-guerra o carvão estrangeiro volta a ocupar o mercado e as mineradoras gaúchas buscam novo mercado para o seu carvão, adquirindo o controle de duas empresas em Porto Alegre (Fiat Lux e Força e Luz) resultando na construção da primeira usina térmica a carvão – Usina do Gasômetro; foi o primeiro passo à utilização do carvão na termoeletricidade. Porto Alegre, em 1928, contava com energia elétrica, bondes elétricos e gás encanado do carvão na Rua da Praia, mas por não contarem com filtros e precipitadores de cinzas, a poluição por particulados era intensa.
Em 1958 exauriu-se a mina dos Ratos após 105 anos de produção, desde sua descoberta, em 1826, e instalação da mina pelos ingleses em 1853.
Os ciclos do carvão na região carbonífera de Santa Catarina
Em Santa Catarina, o início das atividades carboníferas aconteceu no final do Século XIX, realizadas por uma companhia britânica que construiu uma ferrovia e explorava as minas. Em 1885 foi inaugurado o primeiro trecho da ferrovia Dona Tereza Cristina, ligando Lauro Müller ao Porto de Laguna, e chegando, em 1919, a São José de Cresciuma. Como o carvão catarinense era considerado de baixa qualidade, sua exploração não despertou muito o interesse por parte dos ingleses. Diante desse quadro, o Governo Federal repassou a concessão para indústrias cariocas, destacando-se, inicialmente, Henrique Lage e, depois, Álvaro Catão e Sebastião Netto Campos.
Com a queda da compra do carvão importado, durante a Primeira Guerra Mundial, o produto catarinense assistiu seu primeiro surto de exploração, época em que foram ampliados os ramais ferroviários no Sul do estado e inauguradas novas empresas mineradoras. Em 1917 entra em operação a Companhia Brasileira Carbonífera Araranguá (CBCA) e, 1918, a Companhia Carbonífera Urussanga (CCU). Na década seguinte, em 1921, surgem a Companhia Carbonífera próspera e a Companhia Carbonífera Ítalo-Brasileira em, em 1922, a Companhia Nacional Mineração Barro Branco.
O segundo surto veio no Governo Federal Getúlio Vargas, com decreto determinando o consumo do carvão nacional e com a construção da Companhia Siderúrgica nacional (CSN). A obrigatoriedade da utilização do carvão nacional foi estabelecida em 10% em 1931, aumentando esta cota para 20% em 1940. A CSN foi construída em 1946.
Histórico do carvão no Brasil
No Brasil, a história do carvão se inicia há cerca de 210 milhões de anos, na época em que a crosta da terra ainda estava convulsionada por terremotos, vulcões, furacões, vendavais e maremotos. Estes fenômenos provocaram lentos ou violentos cisalhamentos e fizeram as montanhas e os limites costeiros separarem-se da África pelo Oceano Atlântico.
Naquelas épocas geológicas, árvores gigantes e toda sorte de vegetação crescia, formando grandes e espessas florestas, favorecidas pela atmosfera muito rica em CO2, permitindo a intensificação da função clorofiliana e o crescimento dos vegetais em um clima particularmente quente e úmido.
O carvão é então a parte celulósica da vegetação, transformada pelo tempo, pressão, bactérias e outros agentes anaeróbicos, em uma massa carbonosa.
Sucessivas formações de florestas e afundamentos podem ter ocorrido ao longo de milhares de anos em uma mesma região, e então, camadas e camadas de carvões diferentes serão encontradas.
A matéria vegetal flutuante pode ainda ter sido transportada pelos rios e acumulada no fundo dos lagos ou pântanos mais ou menos isolados, e, assim, bactérias carboníferas limitadas serão encontradas separadas umas das outras, a profundidades diferentes.
A ocorrência do carvão no Brasil encontra-se principalmente nos estados do Rio Grande do Sul (28 bilhões de toneladas), Santa Catarina (3,3 bilhões de toneladas) e Paraná (104 milhões de toneladas).
História do Carvão no Rio Grande do Sul
O carvão sul-rio-grandense foi descoberto em 1795 pelo soldado português Vicente Wenceslau Gomes de Carvalho, conhecedor do carvão de pedra por ser ferreiro de profissão, na localidade de Curral Alto, na Estância do Leão. Em 1826, escravos de Fuão de Freitas descobrem carvão na região no Arroio dos Ratos, município de São Jerônimo, no Baixo Jacuí.
O empenho do presidente provincial Sr. Luiz Vieira Sinimbu, na busca de atrair indústrias para a Província, encarrega o inglês do País de Gales James Johnson, conhecedor do carvão de Cardiff, a realizar novas explorações. Em 1853, Johnson realiza sondagens e redescobre carvão à margem esquerda do Arroio dos Ratos, e juntamente com 10 mineiros naturais do País de Gales, abre a mina através de poço escavado e passa a produzir carvão em 1855. Johnson busca na Inglaterra recursos financeiros e cria a mineradora “Imperial Brazilian Colleries” e constrói estrada de ferro da mina dos Ratos até a vila de São Jerônimo (20 km), às margens do rio Jacuí. O carvão era transportado em vagonetas puxadas a burro (Barros Filho, Arlindo – Pioneiros das Minas de Carvão RS – Revista Carvão de Pedra, março 1970 e citação em Bunse, Heinrich A.W., 1984) e embarcado para Porto Alegre. Em 1875 Johnson passa a empresa para William Tweede, mas em 1880 a “Brazilian Colleries” vai à falência. Em 1882 foi substituída pela “Cia. Minas de Carvão do Arroio dos Ratos”; em 1887 a empresa abriu novo poço denominado Poço Dona Isabel, em homenagem à princesa imperial, que acompanha o imperador D. Pedro em visita às minas de carvão. Esta companhia operou até 1908.
O consumo de carvão nacional aumenta consideravelmente por ocasião da 1a. Guerra Mundial, especialmente pela Viação Férrea (também abastecida pelo carvão do baixo Jacuí e Candiota-Hulha Negra). No pós-guerra o carvão estrangeiro volta a ocupar o mercado e as mineradoras gaúchas buscam novo mercado para o seu carvão, adquirindo o controle de duas empresas em Porto Alegre (Fiat Lux e Força e Luz) resultando na construção da primeira usina térmica a carvão – Usina do Gasômetro; foi o primeiro passo à utilização do carvão na termoeletricidade. Porto Alegre, em 1928, contava com energia elétrica, bondes elétricos e gás encanado do carvão na Rua da Praia, mas por não contarem com filtros e precipitadores de cinzas, a poluição por particulados era intensa.
Em 1958 exauriu-se a mina dos Ratos após 105 anos de produção, desde sua descoberta, em 1826, e instalação da mina pelos ingleses em 1853.
Os ciclos do carvão na região carbonífera de Santa Catarina
Em Santa Catarina, o início das atividades carboníferas aconteceu no final do Século XIX, realizadas por uma companhia britânica que construiu uma ferrovia e explorava as minas. Em 1885 foi inaugurado o primeiro trecho da ferrovia Dona Tereza Cristina, ligando Lauro Müller ao Porto de Laguna, e chegando, em 1919, a São José de Cresciuma. Como o carvão catarinense era considerado de baixa qualidade, sua exploração não despertou muito o interesse por parte dos ingleses. Diante desse quadro, o Governo Federal repassou a concessão para indústrias cariocas, destacando-se, inicialmente, Henrique Lage e, depois, Álvaro Catão e Sebastião Netto Campos.
Com a queda da compra do carvão importado, durante a Primeira Guerra Mundial, o produto catarinense assistiu seu primeiro surto de exploração, época em que foram ampliados os ramais ferroviários no Sul do estado e inauguradas novas empresas mineradoras. Em 1917 entra em operação a Companhia Brasileira Carbonífera Araranguá (CBCA) e, 1918, a Companhia Carbonífera Urussanga (CCU). Na década seguinte, em 1921, surgem a Companhia Carbonífera próspera e a Companhia Carbonífera Ítalo-Brasileira em, em 1922, a Companhia Nacional Mineração Barro Branco.
O segundo surto veio no Governo Federal Getúlio Vargas, com decreto determinando o consumo do carvão nacional e com a construção da Companhia Siderúrgica nacional (CSN). A obrigatoriedade da utilização do carvão nacional foi estabelecida em 10% em 1931, aumentando esta cota para 20% em 1940. A CSN foi construída em 1946.
Reflorestamento: serra do mar ( litoral de Sao Paulo )
Desde o inicio do primeiro reflorestamento da serra do mar, com a confecção de capsulas de gel e sementes diversas, das especie nativas encontradas na serra do mar ao longo do litoral brasileiro, na serra do mar do oceano atlantico.
O governador Quercia na epoca, que ainda esta no partido MDB, incentivou o inicio do reflorestamento, antes do futuro Governador então na ARENA, iniciar a construção da rodovia Imigrantes, com seu moderno sistema de construção de estradas e a cobrança de pedagio a partir de então, o que nas antigas estradas paulistas isto não acontecia ate a modernização da estrada anchieta e a construção do pedagio.
As capsulas, creio foram construidas na USP.
Ao longo da estrada Anchieta, existiam alguns clarões, o que com a construção da rodovia Imigrantes o aumento dos clarões ao longo da rodovia aumentou, inclusive com a construção de bairros residenciais, ou melhor bairros dormitorios que no passado não existiam.
O governador Quercia na epoca, que ainda esta no partido MDB, incentivou o inicio do reflorestamento, antes do futuro Governador então na ARENA, iniciar a construção da rodovia Imigrantes, com seu moderno sistema de construção de estradas e a cobrança de pedagio a partir de então, o que nas antigas estradas paulistas isto não acontecia ate a modernização da estrada anchieta e a construção do pedagio.
As capsulas, creio foram construidas na USP.
Ao longo da estrada Anchieta, existiam alguns clarões, o que com a construção da rodovia Imigrantes o aumento dos clarões ao longo da rodovia aumentou, inclusive com a construção de bairros residenciais, ou melhor bairros dormitorios que no passado não existiam.
terça-feira, 4 de maio de 2010
preservação: serra da bocaina
Serra da Bocaina
As atividades desenvolvidas na área do Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina têm como objetivo a construção e implementação de estratégias de conservação e recuperação da Mata Atlântica, através de ações integradas, que envolvem diferentes entes sociais. Para isso, conta com um modelo de gestão participativa do qual fazem parte instituições do poder público, movimentos sociais, iniciativa privada e organizações não-governamentais. Instituições desse tipo formam o Fórum da Agenda 21 pela Biodiversidade.
O primeiro passo para a criação de uma rede institucional de atuação no Corredor foi dado no ano de 2005, quando se realizou o I Workshop do Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina, organizado em parceria com a Mico-Leão-Dourado, Aliança Para a Conservação da Mata Atlântica e Critical Ecossystem Partership Fund, sediado em Paty do Alferes, onde se reuniram 179 representantes do poder público e da sociedade civil dos municípios integrantes do Corredor.
O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.
Criado por Decreto Federal em 1971, compreende uma área aproximada de 104 mil hectares e uma expressiva biodiversidade. A sede do parque fica na cidade de São José do Barreiro, no Estado de São Paulo. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Estima-se que 60% da vegetação seja composta por mata nativa (mata atlântica), e que o restante seja mata regenerada (secundária) há mais de 30 anos. Entre as espécies da flora destacam-se os pinheiros, araucárias, cedros, embaúbas, palmitos e bromélias.
Entre a fauna do parque destacam-se felinos, preguiças, veados, macacos, cobras e aves.
O seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, que alcança 2.088 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos do Estado de São Paulo.
O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.
Criado por Decreto Federal em 1971, compreende uma área aproximada de 104 mil hectares e uma expressiva biodiversidade. A sede do parque fica na cidade de São José do Barreiro, no Estado de São Paulo. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Estima-se que 60% da vegetação seja composta por mata nativa (mata atlântica), e que o restante seja mata regenerada (secundária) há mais de 30 anos. Entre as espécies da flora destacam-se os pinheiros, araucárias, cedros, embaúbas, palmitos e bromélias.
Entre a fauna do parque destacam-se felinos, preguiças, veados, macacos, cobras e aves.
O seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, que alcança 2.088 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos do Estado de São Paulo.
O parque está localizado entre as duas maiores metrópoles do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, e seus limites abrangem os municípios de São José do Barreiro, Areias, Cunha, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis, ocupando uma área de 110 mil hectares.
As atividades desenvolvidas na área do Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina têm como objetivo a construção e implementação de estratégias de conservação e recuperação da Mata Atlântica, através de ações integradas, que envolvem diferentes entes sociais. Para isso, conta com um modelo de gestão participativa do qual fazem parte instituições do poder público, movimentos sociais, iniciativa privada e organizações não-governamentais. Instituições desse tipo formam o Fórum da Agenda 21 pela Biodiversidade.
O primeiro passo para a criação de uma rede institucional de atuação no Corredor foi dado no ano de 2005, quando se realizou o I Workshop do Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina, organizado em parceria com a Mico-Leão-Dourado, Aliança Para a Conservação da Mata Atlântica e Critical Ecossystem Partership Fund, sediado em Paty do Alferes, onde se reuniram 179 representantes do poder público e da sociedade civil dos municípios integrantes do Corredor.
O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.
Criado por Decreto Federal em 1971, compreende uma área aproximada de 104 mil hectares e uma expressiva biodiversidade. A sede do parque fica na cidade de São José do Barreiro, no Estado de São Paulo. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Estima-se que 60% da vegetação seja composta por mata nativa (mata atlântica), e que o restante seja mata regenerada (secundária) há mais de 30 anos. Entre as espécies da flora destacam-se os pinheiros, araucárias, cedros, embaúbas, palmitos e bromélias.
Entre a fauna do parque destacam-se felinos, preguiças, veados, macacos, cobras e aves.
O seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, que alcança 2.088 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos do Estado de São Paulo.
O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.
Criado por Decreto Federal em 1971, compreende uma área aproximada de 104 mil hectares e uma expressiva biodiversidade. A sede do parque fica na cidade de São José do Barreiro, no Estado de São Paulo. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Estima-se que 60% da vegetação seja composta por mata nativa (mata atlântica), e que o restante seja mata regenerada (secundária) há mais de 30 anos. Entre as espécies da flora destacam-se os pinheiros, araucárias, cedros, embaúbas, palmitos e bromélias.
Entre a fauna do parque destacam-se felinos, preguiças, veados, macacos, cobras e aves.
O seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, que alcança 2.088 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos do Estado de São Paulo.
O parque está localizado entre as duas maiores metrópoles do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, e seus limites abrangem os municípios de São José do Barreiro, Areias, Cunha, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis, ocupando uma área de 110 mil hectares.
domingo, 25 de abril de 2010
Relevo: Planalto Matogrossense
Região centro oeste brasileira, localizada proxima do rio Parana, na divisa com os paises andinos, da america latina, Bolivia, Paraguai e Argentina.
Grande area plana e alagadiça, na tmporada das chuvas. Grandes areas planas sem grandes assidentes geograficos, bom para agricultura mecanizada em larga escala, utilizada nos dias de hoje.
Areas planas sem grandes formações rochosas, ou grandes quedas de vales.
Grande area plana e alagadiça, na tmporada das chuvas. Grandes areas planas sem grandes assidentes geograficos, bom para agricultura mecanizada em larga escala, utilizada nos dias de hoje.
Areas planas sem grandes formações rochosas, ou grandes quedas de vales.
sábado, 24 de abril de 2010
materia prima: carvão vegetal
O carvão vegetal é fabricado a partir, da derrubada das florestas que são transformadas em carvão nos fornos da carvoaria, fornos onde se queima a madeira e a transforma em carvão vegetal para uso domestico.
Nos dias de hoje o carvão, já ue não é usado para uso indstrial, ou para movimentar motores a vapr como no inicio da era industrial quando, se tinham inventado a maquina a vapor.
Para não desmatamo as florestas, nos dias de hoje podendo evitar de usar o carvão como fonte de energia, melhor. Ate a lenha que no passado era usada pelas padarias para a fabricação de pão, nos fornos a lenha, depois da decada de 1970, quase que tadas as padarias passaram a ter o forno letrico e não mais o forno a lenha, o que é mais raro nos dias de hoje. Um lugar que ainda se encontra a lenha é a pizzaria.
Nos dias de hoje o carvão, já ue não é usado para uso indstrial, ou para movimentar motores a vapr como no inicio da era industrial quando, se tinham inventado a maquina a vapor.
Para não desmatamo as florestas, nos dias de hoje podendo evitar de usar o carvão como fonte de energia, melhor. Ate a lenha que no passado era usada pelas padarias para a fabricação de pão, nos fornos a lenha, depois da decada de 1970, quase que tadas as padarias passaram a ter o forno letrico e não mais o forno a lenha, o que é mais raro nos dias de hoje. Um lugar que ainda se encontra a lenha é a pizzaria.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
materia prima: carvão mineral
As minas de carvão mineral que eram encontradas no planeta quando foi inventado o motor a vapor, na mudança de era agricola para era industrial da economia mundial na inglaterra.
A inglaterra quando inventou o motor a vapor, tambem chamada de máquina a vapor, em 1712 surgiram em seguida a invenção varias aplicações, as principais: o tear a vapor, o navio a vapor, o trator a vapor, o trem a vapor, a maquina de imprimir a vapor, a locomotiva a vapor.
As minas de carvão mineral, ate então pouco exploradas foram exploradas ate seu esgotamento, como fonte de recurso para a geração de energia, para movimentar as caldeiras que alimentavam as máquinas a vapor recentemente inventadas.
O carvão mineral nos dias de hoje, esta praticamente extinto, as minas de carvão não são encontradas mais tão facilmente no subsolo do planeta, como se achava em épocas anteriores. Sua extinção era determinada pela continua necessidade do uso de carvão nas máquinas a vapor.
Nesta epoca, no inicio do século XVIII (1700), temos o inicio da revolução industrial, quando tem inicio o aumento da produção de máquinas para aumentar a produção dos diversos tipos de produtos.
A inglaterra quando inventou o motor a vapor, tambem chamada de máquina a vapor, em 1712 surgiram em seguida a invenção varias aplicações, as principais: o tear a vapor, o navio a vapor, o trator a vapor, o trem a vapor, a maquina de imprimir a vapor, a locomotiva a vapor.
As minas de carvão mineral, ate então pouco exploradas foram exploradas ate seu esgotamento, como fonte de recurso para a geração de energia, para movimentar as caldeiras que alimentavam as máquinas a vapor recentemente inventadas.
O carvão mineral nos dias de hoje, esta praticamente extinto, as minas de carvão não são encontradas mais tão facilmente no subsolo do planeta, como se achava em épocas anteriores. Sua extinção era determinada pela continua necessidade do uso de carvão nas máquinas a vapor.
Nesta epoca, no inicio do século XVIII (1700), temos o inicio da revolução industrial, quando tem inicio o aumento da produção de máquinas para aumentar a produção dos diversos tipos de produtos.
sábado, 20 de março de 2010
O meio ambiente e os humanos
O meio ambiente é transformado pelo homem, constantemente, no seu modo de vida pelo trabalho, atraves da alfabetização e da sabedoria, ele transforma a natureza continuamente em algum tipo de bem ou produto para seu sustento ou sobrevivencia.
A degradação do meio ambiente é constante e sua modificação tambem, retornar a manter o equilibrio, passou tambem a ser considerado trabalho nos dias atuais, depois do aviso da natureza da extinção de algumas espécies.
Conservação ambiental, é tentar manter o equilibrio natural que existia na natureza antes do homem interferir, pelos motivo da grande quantidade do crescimento populacional, ou seja do aumento da densidade demografica no final do ultimo século, ante do fim do segundo milenio.
Ao entrarmos no terceiro milênio, o mundo se transforma em uma imagem em que vemos os acontecimentos ao redor do mundo passarem ao mesmo tempo em que descobrimos que ele diminuiu cada vez mais, no passado era misterioso e invisivel, atualmente é caotico e místico.
Antes da inveção da televisão, tinhamos os jornais, as revistas, os livros, e as radios para podermos conhecer algo a mais foras das fronteiras da cultura, em que vivemos, hoje as cidades são cosmopolitas em alguns aspectos, e primitivas em outros, mantendo um grande constraste com bolsões; de sabedoria, de pobresa, de riquesa, de cultura e de abandonados.
Sua conservação é indispensavel, em suas atitudes para com o outro, para com o lugar onde mora, para com os grupos sociais em que se dipõe a participar por necessidade ou por afinidade.
A degradação do meio ambiente é constante e sua modificação tambem, retornar a manter o equilibrio, passou tambem a ser considerado trabalho nos dias atuais, depois do aviso da natureza da extinção de algumas espécies.
Conservação ambiental, é tentar manter o equilibrio natural que existia na natureza antes do homem interferir, pelos motivo da grande quantidade do crescimento populacional, ou seja do aumento da densidade demografica no final do ultimo século, ante do fim do segundo milenio.
Ao entrarmos no terceiro milênio, o mundo se transforma em uma imagem em que vemos os acontecimentos ao redor do mundo passarem ao mesmo tempo em que descobrimos que ele diminuiu cada vez mais, no passado era misterioso e invisivel, atualmente é caotico e místico.
Antes da inveção da televisão, tinhamos os jornais, as revistas, os livros, e as radios para podermos conhecer algo a mais foras das fronteiras da cultura, em que vivemos, hoje as cidades são cosmopolitas em alguns aspectos, e primitivas em outros, mantendo um grande constraste com bolsões; de sabedoria, de pobresa, de riquesa, de cultura e de abandonados.
Sua conservação é indispensavel, em suas atitudes para com o outro, para com o lugar onde mora, para com os grupos sociais em que se dipõe a participar por necessidade ou por afinidade.
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