domingo, 5 de setembro de 2010

Conservação da natureza

Preservação ambiental


  • Diminuição da extração de materias primas, do solo e do subsolo, ( pedras, carvão, petroleo ), quanto menos interferencia tiver no solo, menos impacto terá o meio ambiente com a extração de materias primas.   

  • Aumentar reciclagem de produtos industrializados, atingir ponto de equilibrio, reaproveitar, reciclar, reutilizar na medida, do possivel, de todo materia retirado da natureza. 

  • Conservar jazidas minerais intacta, na maior quantidade possivel 

domingo, 29 de agosto de 2010

A natureza e os contrastes

A natureza e os contrastes do ser, nos diversos ambientes que este desenvolveu, ao longo da evolução do homem.
Alguns videos clipes ilustram esta tese de maneira muito criativa e armonica como a que o cantor Michael Jakson gravou em You hot alone.
Da natureza nua, ao teatro que a desenvolveu e transformou ao longo de milenios.
A linguagem teatral da comedia e da tragedia, greco-romana, foi muito aplaudida ao longo dos seculos em varias regiões da europa onde as peças eram ensenadas nos afiteatros, a ceu aberto que foram contruidas, pelos povos greco-romanos que os conquistaram e dominaram, durante seculos.  

domingo, 4 de julho de 2010

Conto: um instante

A realidade ao longo do tempo e a realidade, em um instante tem muito a ver com as mudanças instantaneas dos dias de hoje como a comida liofilizada, ou seja desidratada, desenvolvidas pela, NASA, para alimentar os astronautas e cosmonautas durante a viagens espaciais.

A fotografia quando revelada eternizou um instante no tempo que de maneira dinamica jamais se repetiria, aquele mesmo instante, entendendo desde o balançar dos galhos das arvores em volta, ate o menor deslocamento de quem esta na fotografia.

As mudanças em um instante são nulas se entendermos que as mudanças são provocadas pelo dinamismo do sistema mecânico. 

O instante sempre a frente, nos diz que o automovel ainda não passou por aquele local, o farol indica não ultrapassar em sinal vermelho.

 

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tecnica artesanal: Natureza e o Ser

O ser humano teve muitas transformações, desde os primordios das primeiras culturas criadas no planeta, não por outra coisa se não por assidentes, sucessivos, no desenvolvimento das culturas enquanto tentava sua sobrevivencia, em ambiente diferente do que estava acostumado em terras conhecidas e sempre estaveis como nos dias de hoje. Não o Ser Humano era primitivo e nomade no começo de sua jornada, e durante muitos séculos assim permaneceu, modificando e mantendo o seu aprendizado de maneiras diferentes dia a dia.

As culturas a principio todas sem excessão eram de carcter oral, ou seja apenas eram pronuciados sons de formas diversas de acordo com a região desertica ensolarada, quente e calor,  região fria neve e escuridão, região tropical muita vegetação chuvas e rios.  A varias formas de se emitir os sons inicialmente se dava atraves das dificuldades de sobreviver em ambientes diferentes sendo os sons, emitidos mais abertos ou seja mais vogais ou mais fechados mais consoantes. O formato facial do rosto e a emissão dos sons modificou as formas faciais do homem de nenderthal, ate os dias de hoje.

O homem e a mulher, criam ou participam de tarefas diferentes e semelhantes conforme o desenvolvimento e o envolvimento da cultura e de seus integrantes naquela maneira de viver e criar seu desenvolviment e de manter, donu primitivo ao mundo de hoje muita coisa se transforma.

A famosa frase "Deus fez o homem a sua imagem e semelhança", a partir da simbologia e misticismo criado e interpretado continuamente, pela cultura ocidental, sendo que da arte, a tragedia e a comedia como foi criada pelos filosofos greco-romanos, e sua continua busca pela perfeição, nas artes e nas ciências assim como  no inter-relacionamento humano.

Uma música que ilustraria bem, estas afirmações seria a música You not alone, interpretada por Michael Jackson cantada no videoclip de mesmo nome.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A floresta o arbusto e o mp3

A interrelação entre a floresta, a samambaia e a gravação num moderno aparelho de mp3, esta totalmente fora da logica direta de um intelectual, que pense esclusivamente em fabricar e vender produtos, e não se preoupr com a quantidade de materia prima ultlizada, para por exemplo fabricar os antigos discos long play (LP), do sistema de aparelhagem de som anterior a invenção do aparelho de compact disc (CD).

No novo sistema de mp3, que foi inventado, após o fim do segundo milenio, em aproximadamente 2004, quando iniciou-se as pesquisas e o desenvolvimento de alternativas tecnologicas para o uso de tecnologia, de materia prima sem eliminar totalmente as materias primas para sua fabricação em grande quantidade. O petroleo usado para fabricar um Long Play (LP), não é identico a materia prima ultilizada para um mp3, sendo que em um LP, temos de 20 a 30 musicas, gravadas, e em um mp3, com baixa capacidade de armazenamento podemos arquivar, de 500 a 600 musicas em cada mp3.

A relação de economia de materia prima e o armazenamento de grande quantidade de musicas, faz com que o preço final do produto seja menor, do que os 50 CD necessários para arquivar, a mesma quantidade de musicas. 

Nas florestas encontramos arvores e arbustos de todos os tamanhos que devem ser preservados apra podermos continuar, retirando petroleo do subsolo e fabricando entre outros aparelhos o mp3.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Relevo: Falesias


Costões de rochas ao longo das praias, muito comum na região nordeste, do Brasil, cujo avanço do oceano tem aumentado a cada ano em alguns trechos.

Terreno arenoso, quase sem vegetação, de areia de diversas cores, em que terminam em um precipicio, direto na praia.

As ondas da praia, em algumas regiões, do nordeste tem derrubado algumas casas, ao longo da praia, invadida pela aproximação da mare, entrando na região onde antes existia as cidades, e as demolindo pela ação da mare.

 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tecnica X Tecnologia

O uso da tecnica artezanal, desenvolvida atrae do aprendizado por oficio ao longo da evolução da tecnica nas diversas profissões existentes antes da revolução indiustral.

São basicamente artezanais e individuais, como o marceneiro ( moveis ), o carpinteiro ( construção ), o agricultor ( plantação ), o ferreiro ( peças metais ), o charreteiro ( transporte a cavalo ), o tecelão ( fabricação de fios e fazendas ).

Em seu inicio todas estas profissões eram transmitidas de geração em geração atraveés do sistestemas de mestre e aprendiz, como teve origem as filosofias nas diversas culturas do planeta, a arte principalemente foi que desenvolveu um conjunto de simbolos logicos representativos que hoje entendemos como letras do alfabeto, inicialmemte, com as primeira linhas escritas sobre os acontecimentos da epoca, em escritos tragicos ou comicos mdificados comformo a pessoa que escrevia, filosofo, historiador, artista, que escrevia a muitos seculos onde poucos aprendiam o oficio, não remunerado,  de ler e escrever.

domingo, 16 de maio de 2010

Recursos Naturais: Carvão Mineral

O carvão mineral ultilizado nos: trens, teares industriais e navios a vapor logo depois da revolução industrial, em 1776, as antigas minas de carvão mineral encontradas no Brasil na epoca da Locomotiva a Vapor não existe mais ?

Histórico do carvão no Brasil

No Brasil, a história do carvão se inicia há cerca de 210 milhões de anos, na época em que a crosta da terra ainda estava convulsionada por terremotos, vulcões, furacões, vendavais e maremotos. Estes fenômenos provocaram lentos ou violentos cisalhamentos e fizeram as montanhas e os limites costeiros separarem-se da África pelo Oceano Atlântico.

Naquelas épocas geológicas, árvores gigantes e toda sorte de vegetação crescia, formando grandes e espessas florestas, favorecidas pela atmosfera muito rica em CO2, permitindo a intensificação da função clorofiliana e o crescimento dos vegetais em um clima particularmente quente e úmido.

O carvão é então a parte celulósica da vegetação, transformada pelo tempo, pressão, bactérias e outros agentes anaeróbicos, em uma massa carbonosa.

Sucessivas formações de florestas e afundamentos podem ter ocorrido ao longo de milhares de anos em uma mesma região, e então, camadas e camadas de carvões diferentes serão encontradas.

A matéria vegetal flutuante pode ainda ter sido transportada pelos rios e acumulada no fundo dos lagos ou pântanos mais ou menos isolados, e, assim, bactérias carboníferas limitadas serão encontradas separadas umas das outras, a profundidades diferentes.

A ocorrência do carvão no Brasil encontra-se principalmente nos estados do Rio Grande do Sul (28 bilhões de toneladas), Santa Catarina (3,3 bilhões de toneladas) e Paraná (104 milhões de toneladas).

História do Carvão no Rio Grande do Sul

O carvão sul-rio-grandense foi descoberto em 1795 pelo soldado português Vicente Wenceslau Gomes de Carvalho, conhecedor do carvão de pedra por ser ferreiro de profissão, na localidade de Curral Alto, na Estância do Leão. Em 1826, escravos de Fuão de Freitas descobrem carvão na região no Arroio dos Ratos, município de São Jerônimo, no Baixo Jacuí.

O empenho do presidente provincial Sr. Luiz Vieira Sinimbu, na busca de atrair indústrias para a Província, encarrega o inglês do País de Gales James Johnson, conhecedor do carvão de Cardiff, a realizar novas explorações. Em 1853, Johnson realiza sondagens e redescobre carvão à margem esquerda do Arroio dos Ratos, e juntamente com 10 mineiros naturais do País de Gales, abre a mina através de poço escavado e passa a produzir carvão em 1855. Johnson busca na Inglaterra recursos financeiros e cria a mineradora “Imperial Brazilian Colleries” e constrói estrada de ferro da mina dos Ratos até a vila de São Jerônimo (20 km), às margens do rio Jacuí. O carvão era transportado em vagonetas puxadas a burro (Barros Filho, Arlindo – Pioneiros das Minas de Carvão RS – Revista Carvão de Pedra, março 1970 e citação em Bunse, Heinrich A.W., 1984) e embarcado para Porto Alegre. Em 1875 Johnson passa a empresa para William Tweede, mas em 1880 a “Brazilian Colleries” vai à falência. Em 1882 foi substituída pela “Cia. Minas de Carvão do Arroio dos Ratos”; em 1887 a empresa abriu novo poço denominado Poço Dona Isabel, em homenagem à princesa imperial, que acompanha o imperador D. Pedro em visita às minas de carvão. Esta companhia operou até 1908.

O consumo de carvão nacional aumenta consideravelmente por ocasião da 1a. Guerra Mundial, especialmente pela Viação Férrea (também abastecida pelo carvão do baixo Jacuí e Candiota-Hulha Negra). No pós-guerra o carvão estrangeiro volta a ocupar o mercado e as mineradoras gaúchas buscam novo mercado para o seu carvão, adquirindo o controle de duas empresas em Porto Alegre (Fiat Lux e Força e Luz) resultando na construção da primeira usina térmica a carvão – Usina do Gasômetro; foi o primeiro passo à utilização do carvão na termoeletricidade. Porto Alegre, em 1928, contava com energia elétrica, bondes elétricos e gás encanado do carvão na Rua da Praia, mas por não contarem com filtros e precipitadores de cinzas, a poluição por particulados era intensa.

Em 1958 exauriu-se a mina dos Ratos após 105 anos de produção, desde sua descoberta, em 1826, e instalação da mina pelos ingleses em 1853.

Os ciclos do carvão na região carbonífera de Santa Catarina

Em Santa Catarina, o início das atividades carboníferas aconteceu no final do Século XIX, realizadas por uma companhia britânica que construiu uma ferrovia e explorava as minas. Em 1885 foi inaugurado o primeiro trecho da ferrovia Dona Tereza Cristina, ligando Lauro Müller ao Porto de Laguna, e chegando, em 1919, a São José de Cresciuma. Como o carvão catarinense era considerado de baixa qualidade, sua exploração não despertou muito o interesse por parte dos ingleses. Diante desse quadro, o Governo Federal repassou a concessão para indústrias cariocas, destacando-se, inicialmente, Henrique Lage e, depois, Álvaro Catão e Sebastião Netto Campos.

Com a queda da compra do carvão importado, durante a Primeira Guerra Mundial, o produto catarinense assistiu seu primeiro surto de exploração, época em que foram ampliados os ramais ferroviários no Sul do estado e inauguradas novas empresas mineradoras. Em 1917 entra em operação a Companhia Brasileira Carbonífera Araranguá (CBCA) e, 1918, a Companhia Carbonífera Urussanga (CCU). Na década seguinte, em 1921, surgem a Companhia Carbonífera próspera e a Companhia Carbonífera Ítalo-Brasileira em, em 1922, a Companhia Nacional Mineração Barro Branco.

O segundo surto veio no Governo Federal Getúlio Vargas, com decreto determinando o consumo do carvão nacional e com a construção da Companhia Siderúrgica nacional (CSN). A obrigatoriedade da utilização do carvão nacional foi estabelecida em 10% em 1931, aumentando esta cota para 20% em 1940. A CSN foi construída em 1946.

Reflorestamento: serra do mar ( litoral de Sao Paulo )

Desde o inicio do primeiro reflorestamento da serra do mar, com a confecção de capsulas de gel e sementes diversas, das especie nativas encontradas na serra do mar ao longo do litoral brasileiro, na serra do mar do oceano atlantico.

O governador Quercia na epoca, que ainda esta no partido MDB,  incentivou o inicio do reflorestamento, antes do futuro Governador então na ARENA, iniciar a construção da rodovia Imigrantes, com seu moderno sistema de construção de estradas e a cobrança de pedagio a partir de então, o que nas antigas estradas paulistas isto não acontecia ate a modernização da estrada anchieta e a construção do pedagio.

As capsulas, creio foram construidas na USP. 

Ao longo da estrada Anchieta, existiam alguns clarões, o que com a construção da rodovia Imigrantes o aumento dos clarões ao longo da rodovia aumentou, inclusive com a construção de bairros residenciais, ou melhor bairros dormitorios que no passado não existiam. 

terça-feira, 4 de maio de 2010

preservação: serra da bocaina

Serra da Bocaina

As atividades desenvolvidas na área do Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina têm como objetivo a construção e implementação de estratégias de conservação e recuperação da Mata Atlântica, através de ações integradas, que envolvem diferentes entes sociais. Para isso, conta com um modelo de gestão participativa do qual fazem parte instituições do poder público, movimentos sociais, iniciativa privada e organizações não-governamentais. Instituições desse tipo formam o Fórum da Agenda 21 pela Biodiversidade.

O primeiro passo para a criação de uma rede institucional de atuação no Corredor foi dado no ano de 2005, quando se realizou o I Workshop do Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina, organizado em parceria com a Mico-Leão-Dourado, Aliança Para a Conservação da Mata Atlântica e Critical Ecossystem Partership Fund, sediado em Paty do Alferes, onde se reuniram 179 representantes do poder público e da sociedade civil dos municípios integrantes do Corredor.

O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.

Criado por Decreto Federal em 1971, compreende uma área aproximada de 104 mil hectares e uma expressiva biodiversidade. A sede do parque fica na cidade de São José do Barreiro, no Estado de São Paulo. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Estima-se que 60% da vegetação seja composta por mata nativa (mata atlântica), e que o restante seja mata regenerada (secundária) há mais de 30 anos. Entre as espécies da flora destacam-se os pinheiros, araucárias, cedros, embaúbas, palmitos e bromélias.

Entre a fauna do parque destacam-se felinos, preguiças, veados, macacos, cobras e aves.

O seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, que alcança 2.088 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos do Estado de São Paulo.

O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.

Criado por Decreto Federal em 1971, compreende uma área aproximada de 104 mil hectares e uma expressiva biodiversidade. A sede do parque fica na cidade de São José do Barreiro, no Estado de São Paulo. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Estima-se que 60% da vegetação seja composta por mata nativa (mata atlântica), e que o restante seja mata regenerada (secundária) há mais de 30 anos. Entre as espécies da flora destacam-se os pinheiros, araucárias, cedros, embaúbas, palmitos e bromélias.

Entre a fauna do parque destacam-se felinos, preguiças, veados, macacos, cobras e aves.

O seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, que alcança 2.088 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos do Estado de São Paulo.

O parque está localizado entre as duas maiores metrópoles do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, e seus limites abrangem os municípios de São José do Barreiro, Areias, Cunha, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis, ocupando uma área de 110 mil hectares.